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Diniz defende trabalho no Fluminense e deixa clara falta de sintonia com Celso Barros

Nuevos Vecinos, Madrid, España
Diniz defende trabalho no Fluminense e deixa clara falta de sintonia com Celso Barros

Horas após a demissão do cargo de técnico do Fluminense , a entrevista coletiva de Fernando Diniz reforçou impressões sobre a sua trajetória. A principal delas, a de um homem disposto a não ceder a suas convicções em função de resultados. O treinador, embora reconheça que o aproveitamento do time no Brasileiro era muito abaixo do esperado, apoia-se em outros parâmetros para a avaliação do trabalho. Entre eles, a evolução de jogadores e a quantidade de oportunidades de gols criadas e concedidas a cada jogo.

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Para Diniz, o trabalho do treinador consiste em ampliar as chances de seu time vencer e reduzir as do adversário. Era o que ele  via acontecer neste Fluminense, o time que mais  finalizava no Brasileiro. Mas que não conseguia vencer.

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Raciocinar sobre o que está dando errado é o que faço todos os dias da minha vida. E quanto mais raciocino, mas convicção tenho de que estávamos no caminho  certo – disse o treinador. – Para mim,  nem tudo é matemática. Mas posso me apegar em outra matemática. A da evolução de jogadores, por exemplo.

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A partir daí, ele enumerou virtudes que jogadores antes desconhecidos e desacreditados passaram a exibir. E a valorização que tiveram, seja no mercado, seja ao despertar interesse da seleção  olímpica.

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Após uma despedida marcada por um  elenco em clima de velório, tão boa era a relação com o grupo, Diniz deu entrevista em que foi provocado a falar sobre o relacionamento com a diretoria. Ficou claro que havia certa sintonia com o presidente Mário Bittencourt, mas nenhuma com o vice Celso Barros. Diniz agradeceu ao ex-presidente Pedro  Abad, que o contratou, ao ex-vice Fabiano Camargo, e a Bittencourt. Perguntado porque não  citara o nome de Barros, foi direto.

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PUBLICIDADE – Agradeço a pessoas que merecem ser agradecidas e são essas três – disse, antes de ser perguntado sobre a entrevista  em que, nas entrelinhas, Celso Barros pressionou por resultados. – Não acho que abalou (o desempenho do time contra o CSA) porque os jogadores são muito maiores do que aquele tipo de entrevista que foi dada

Ele garantiu não guardar mágoa ou qualquer outro tipo de sentimento em relação ao dirigente

Só tenho mágoa de quem eu gosto, de quem gosta de mim. Não  sinto absolutamente nada

No entanto, sentia que, desde a posse da nova diretoria, Barros não o via  como o treinador ideal para o Fluminense

Acho que ficou nas entrelinhas para todo mundo que, desde a chegada dele, talvez fosse um desejo de que o trabalho  fosse interrompido. Foquei em quem pegou junto. Mario Bittencourt pegou junto, quer melhorar as condições do clube